Gestão na medida exata, só com muito treino

Publicado em 05/10/2016

O mundo empresarial pode ser lido como uma Olimpíada. Quem não ganha perde e fica em segundo,terceiro, quarto, enfim.

Gestão na medida exata, só com muito treino
Foto: Divulgação - Alessandro Natal

Claro que, mesmo fora do quadro de medalhas, há vida. Portanto, o exercício diário para qualquer negócio é se mostrar competitivo, no mínimo, senão não se consolida.

Quem percebe o empenho e avalia eficiência do atleta empresa é o consumidor. Ninguém é louco de comprar algo de alguém que não demonstra habilidade para garantir o que tenta vender, o serviço que oferece, a peça que fabrica. Ajustar a imagem que a empresa acredita ter com a que de fato tem é um exercício permanente. Ninguém engana ninguém por muito tempo. Mais cedo ou mais tarde as fragilidades vêm à tona. E o barco naufraga para quem tenta vender alhos por bugalhos.

Muito longe do pódio, o atleta empresa deixa a competição. A forma de medir, quando a diferença não é escancarada, é nos detalhes. Toda competição se vence nos detalhes. Ou melhor, aquele que vai levar uma medalha, se não se tratar de um Phelps ou Bolt, está´no detalhe. Aquele que se destacou escancaradamente é porque já domina todos os detalhes. Por isso a exigência permanente de se preparar diariamente, como um atleta, para se destacar na vida empresarial. Poucos nasceram com o DNA para o sucesso natural. Poucos nasceram para ser Phelps ou Bolt. As vantagens só aparecem depois de muito treino. Como diria Zico, o Galinho de Quintino, “quanto mais treino, mais sorte eu tenho”. A empresa é isso: “Quanto mais treina, mais sorte tem”. Quanto mais aperfeiçoa suas potencialidades, mais é capaz de fazer dinheiro e se cacifar para a próxima partida.

Voltando à linguagem corporativa, toda empresa necessita criar um conjunto de práticas diárias, baseado na sua cultura, no seu segmento de mercado e seguir com muita disciplina para garantir a sustentabilidade que, em síntese, é o equilíbrio tático e técnico dos detalhes. No atual momento, em que a economia arrocha, a empresa precisa se fortalecer na disciplina com suas rotinas e deixar de seguir tendências. Cada empresa, baseada na sua cultura e segmento, no seu DNA criará suas práticas de gestão, sem invencionices, pautada no que é necessário fazer e fazer bem.

Vejamos como exemplo o vôlei masculino. Somos Brasil, somos diferentes. Somos alegres e criativos. Mas sabemos muito bem o adversário que nos espera. Não podemos ser ingênuos a ponto de confundirmos as bolas. Na hora do jogo, vence o melhor. O Brasil venceu porque foi o melhor, e não porque era verde e amarelo. Cuidou dos detalhes e foi para o mais alto do pódio.

Fonte: Catho por Alessandro Natal


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